Realizou-se, no passado dia 18 de Abril, um espectáculo, de Cantar de Amigos, no Centro Cultural António Aleixo, para rendermos homenagem à mais veterana das fadistas da nossa terra, aquela que melhor e mais sentidamente nos canta o fado tradicional, a nossa amiga Lucinda Cordeiro. Tudo na vida tem um princípio. Qual foi, então, o princípio de Lucinda Cordeiro e como descibriu e foi descoberta para o fado? Tinha cerca de doze anos, quando começou a participar como figurante no grupo cénico do Glória Futebol Clube. Naquele tempo não existiam as facilidades que existem hoje com os "castings" para novos artistas. Felizmente que apareceu em Vila Real de Santo António, a companhia teatral "Companheiros da Alegria", onde a Lucinda ganhou um concurso. Convidaram-na a ir a Lisboa e participou com outros fadistas num espectáculo na Voz do Operário. Uma vez, um amigo, que lhe conhecia os dotes, levou-a ao Hotel Guadiana à presença da grande Amália Rodrigues, quando esta ai se hospedou. Amália reconheceu-lhe as qualidades. Foi convidada para ir a Lisboa, coisa que a família não aceitou, ficando por Vila Real de Santo António. Assim. continuou a amar o fado e a sua carreira tem sido feita no Algarve. Cantou durante nove anos consecutivos na Aldeia do Mar, em Vilamoura. Nos anos oitenta, deslocou-se à Holanda para aí cantar para a comunidade de emigrantes portugueses. Lucinda deu-nos a alegria de querer enfileirar no projecto do "Cantar de Amigos", onde a sua voz firme e poderosa de fadista, nos ajuda a dar mais qualidade aos nossos espectáculos. A ideia de lhe fazermos uma homenagem surgiu quase espontânea nos ultimos tempos. É com grande carinho e amizade que a recebemos no seio do "Cantar de Amigos". Vamos ouvi-la em "Estranha Forma de Vida"
sexta-feira, 7 de maio de 2010
domingo, 25 de abril de 2010
Cantar de Amigos - Aniversário de José Dourado
terça-feira, 23 de março de 2010
Cantar de Amigos - Salita canta "Chuva"
"Chuva", foi a canção que a Salita gravou no oitavo CD de "Cantar de Amigos".
As fotografias são da cidade de Tavira, situada no lado oriental do Algarve, a meia distância entre o cabo de Santa Maria e a foz do rio Guadiana. Dista dois quilómetros do mar e está implantada nas margens do estuário do rio Gilão, ao abrigo da restinga que protege a Ria Formosa, de Faro até Cacela. Tal localização foi factor do seu desenvolvimento e apogeu, e depois da sua letargia e enfraquecimento. Tavira é, essencialmente, uma cidade de estuário e a sua História está, naturalmente, ligada à evolução do seu porto e das suas actividades com ele relacionadas.
domingo, 21 de março de 2010
Cantar de Amigos - Neuza Brito canta "Feira de Castro"
Quem não conhece uma das mais famosas feiras do Alentejo. Vamos ouvir sobre ela uma das revelações do "Cantar de Amigos", que já ganhou asas próprias e tem créditos firmados nos lugares por onde tem passado. Neuza Brito canta "Feira de Castro", canção gravada no 10º CD de "Cantar de Amigos".
Fotografias da cidade de Castro Verde.
quinta-feira, 18 de março de 2010
Cantar de Amigos - José Rosa - canta "Regresso"
Nós temos um amigo alentejano, de Vila Viçosa, que há muito tempo nos acompanha e que faz questão de participar nos espectáculos de "Cantar de Amigos". É com enorme prazer que lhe dedicamos este vídeo. A canção "Regresso" foi gravada pelo José Rosa no 9º CD de Cantar de Amigos.
Cantar de Amigos - Lucinda Cordeiro canta "Miúdo da Rua"
Um pequeno vídeo dedicado à nossa amiga Lucinda Cordeiro, uma das maiores fadistas nascida no nosso concelho. Acompanhada pelo seu esposo José Gonçalves e por Toy Dourado, Lucinda canta "Miúdo da Rua", fado gravado,, no CD nº 9 de "Cantar de Amigos". As fotografias são de Cacela Velha, localidade que faz parte do concelho de Vila Real de Santo António.
quarta-feira, 17 de março de 2010
Cantar de Amigos - José Dourado canta "A Janela do Meu Quarto"
" A Janela do Meu Quarto" foi a canção que José Dourado gravou no quinto CD de "Cantar de Amigos". As fotografias são de Castro Marim, povoação que ressurgiu de velhas civilizações que aí deixaram seus testemunhos, foi conquistada aos Mouros por D. Paio Peres Correia em 1242. Durante estas lutas da reconquista ficou gravemente fragilizada, tendendo a desaparecer devido a um grande decréscimo populacional. Devido a este problema, os primeiros monarcas concederam-lhe foros, privilégios, concessões e doações, iniciadas por D. Afonso III em 1277, confirmados e ampliados em 1282 por D. Dinis, seu filho.
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